Nossa História

História

O Instituto Nossa Senhora Auxiliadora foi inaugurado em 13 de abril de 1936 e é uma instituição Salesiana das Filhas de Maria Auxiliadora.

Sua obra principal é formar bons cristãos e indivíduos honestos, fazendo progredir, simultaneamente, o ensino das grandes verdades e a prática das virtudes cristãs. Seguindo com convicção os ensinamentos de Dom Bosco e Madre Mazzarello, o INSA desenvolve práticas pedagógicas fundamentadas no Sistema Preventivo, encaminhando, deste modo, os educandos para a construção e participação em uma sociedade mais justa e mais humana.

APRIMORAR OS JOVENS, TENDO COMO BASE UMA FORMAÇÃO ÉTICA E O DESENVOLVIMENTO DA AUTONOMIA, É O NOSSO PRINCIPAL OBJETIVO.

Madre Mazzarello

Madre Mazzarello
(Festa dia 13 de maio)

Maria Domingas Mazzarello nasceu em 09 de maio de 1837 em Mornese, norte da Itália. Era filha de José Mazzarello e de Maria Madalena Calcagno e foi a primeira de 10 filhos.


Mornese

Sua família cresceu unida em volta de sua mãe, sempre expansiva e alegre (nisto Maria Domingas se parecia com ela…), que passava aos filhos sua primeira formação religiosa e com a ajuda de seu pai, Main, apelido de Maria, alfabetizava-se.

Madre Mazzarello

Domingas começou a freqüentar as aulas de catecismo e a sobressair-se. Em 1850 fez a primeira comunhão.
Assim Main tornou-se moça, como todas as outras: trabalhava muito na lavoura, rezava muito… Teve entusiasmos, desânimos e crises de idade. Porém, já notava-se nela forte caráter e espírito de liderança e a capacidade de ter pessoas sempre ao seu redor.

Em 1860 o tifo abateu a vila de Mornese. A família de seu tio foi uma das primeiras a contrair a doença. Maria vai ajudá-los, mesmo sabendo que poderia contrair a doença, o que realmente aconteceu. Depois de muitos dias de sofrimento, ela se restabelece.

Maria Domingas se tornara uma boa jovem, seria uma esposa ideal, e que mãe dedicada não daria! Muitos rapazes se aproximaram, mas Maria quis consagrar-se a Deus para servir aos jovens.

Certa vez, ao caminhar pela colina de Bargo Alto, vê diante de si um alto edifício com muitas meninas correndo, brincando num grande pátio interno e ouve nitidamente estas palavras: “A Ti as confio!” Ela recorre ao pároco Pe. Pestarino e este a desencoraja, afirmando que era sua imaginação.

Quase todos os dias, Maria descia de Valponasca, bem cedo, para frequentar a missa, acompanhada de sua irmã e outras moças. No inverno, esse percurso ficava ainda mais difícil, devido ao frio e a neve. Precisavam sair ainda mais cedo, para chegarem à igreja sem muita dificuldade. Se chegavam e a igreja ainda não abrira, recolhiam-se numa estrebaria próxima e ficavam esperando em oração.
Isto mostra o espírito de devoção da doce Main.


Casa de Madre Mazzarello

O pároco, Pe. Pestarino, chama o povo, muitas vezes, para orações e benção eucarística também à noite.

Maria não podia ir, mas encontrava um meio de participar de tais reuniões, através de uma janelinha da casa, da qual podia avistar a fraca claridade das velas acesas, refletidas nos vitrais da igreja. Esse hábito de rezar e agradecer à Deus diante daquela janela, passa, aos poucos, a agradar a todos de sua família, que se reuniam, ali, ao cair da noite, junto a Maria Domingas.


Janela da casa de Madre Mazzarello

A partir de 1853, passou a frequentar um grupo de jovens chamado Pia União da Imaculada, organizado por sua amiga Angela Maccagno, juntamente com outras jovens da comunidade.Tinha a finalidade de consagrar sua vida a Deus, cultivando a modéstia, a amabilidade, o amor e a paciência. Este grupo cresceu e deu muitos frutos. Nesses encontros eram feitas leituras espirituais e reflexões sobre o modo de agir, trocavam idéias sobre o futuro da vida delas.

Neste mesmo período, em Turim (1854), aconteceu algo semelhante, envolvendo homens. Dom Bosco e mais alguns padres reuniram-se a propuseram, com a ajuda do Senhor e de São Francisco de Sales, um novo modo de vida, inspirado na caridade ao próximo: nasce assim os Salesianos.

Com a amiga Petronilla, Maria Mazzarello resolve aprender costura e abrir um salão para ensinar o ofício para as meninas pobres. E assim aconteceu. O sonho se realizou e Maria Mazzarello conseguiu alugar uma sala. Logo as famílias começaram a mandar-lhe as filhas e as aulas de costura tornaram-se aulas de treinamento na virtude..


Poço construído no colégio

Os projetos de Deus continuavam: um dia, um senhor que havia ficado viúvo, entregou-lhe suas filhas para que as educasse. Logo, a oficina passou a ser um novo lar para as várias meninas, que viam em Maria sua segunda mãe.
Com o passar do tempo, todos os domingos, após a missa, na praça da igreja, outras crianças se uniam a Maria e a Petronilla, para brincar e divertir-se.

Em 1864, Dom Bosco chegou a Mornese com seus meninos, e todos queriam vê-lo e ouvi-lo. Maria Mazzarello foi também e se encontrou a primeira vez com Dom Bosco.

Em 5 de agosto de 1872, na capela do Colégio, 11 jovens do grupo das filhas da Imaculada recebem os votos religiosos e consagram a Deus. São as primeiras Filhas de Maria Auxiliadora. Outras 4 receberam o hábito em março do ano seguinte.

A comida era escassa. Maria deixava de comer, muitas vezes, para que as crianças o fizessem. Muitas vezes, a castanha era o único recurso, era o que as alimentava.
Dom Bosco, sabendo da penúria, pediu que as Irmãs de Mornese tomassem café com leite.

Em 1877, Dom Bosco pede voluntárias para as missões na América Latina.

Em 1881, Madre Mazzarello sabia que seu fim estava próximo, e pediu à Madre Josefina que fosse para a América em seu lugar. Madre Mazzarello falece no dia 14 de maio de 1881.

Ela teve uma vida breve, 44 anos, mas foi uma chama de amor contagiante. Suas filhas continuaram alimentando esse fogo em todos os continentes, fiéis aos ideais de Dom Bosco e de Madre Mazzarello.

Nossa Senhora Auxiliadora

MARIA,
A AUXILIADORA DOS CRISTÃOS

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Ao longo da história da Igreja, o Povo de Deus, lembrado das palavras de Maria: “Todas as gerações me chamarão de Bem-aventurada porque fez em mim grandes coisas o Poderoso” (Lc 1, 48) e refletindo na grandeza de Nossa Senhora pela sua cooperação no plano da salvação, foi como que enriquecendo o seu manto com títulos, que demonstram a confiança, o amor dos filhos para com a Mãe.

       São João Bosco, fundador da Congregação Salesiana, espalhou a devoção a Nossa Senhora invocada em todo mundo com este título: AUXILIADORA, que lembra a perene proteção de Maria Santíssima, sobre a Igreja e sobre o Papa. Os fiéis intuíram a intervenção sobrenatural de Nossa Senhora, invocada como AUXILIADORA e na Obra de Oratório, com muito acerto chamaram-na “A VIRGEM DE DOM BOSCO.”

         Já em 1824, Joãozinho Bosco, criança de 9 anos, como ele mesmo conta, teve o primeiro sonho profético, em que lhe foi manifestado o campo do seu futuro apostolado e ouviu a voz misteriosa do Senhor dizer-lhe: “DAR-TE-EI A MESTRA.” E logo, apareceu a Senhora de aspecto majestoso que o animou a trabalhar, para corrigir o comportamento dos meninos malcriados.

       Nossa Senhora apareceu freqüentemente nos sonhos de Dom Bosco e foi a estrela do seu apostolado. Ele a chamava Mãe e sustentadora, socorrendo a Congregação Salesiana, especialmente toda vez que precisava-se auxílio extraordinário para atender as necessidades dos meninos pobres e abandonados, não só materiais, mas sobre tudo quando suas almas corriam perigo.

      E, durante toda a sua vida Dom Bosco foi incansável em fazê-la conhecer, amar e honrar. Discursos, conferências, livros, festas: seriam necessários muitos volumes e muito tempo para recordar todas as iniciativas de seu fervor mariano.

      Com a construção da Basílica de Maria Auxiliadora de Turim, em 1868, o Santo quis erguer um monumento eterno do seu amor e dos seus filhos espirituais, à celeste Mãe. Teve sempre ternura de filho no seu amor e no seu reconhecimento para com Ela, que o guiou e socorreu com a sua visível e por vezes miraculosa proteção.

“Maria Santíssima é minha Mãe – dizia Dom Bosco. Ela é minha tesoureira. Ela foi sempre a minha guia.” Em suas conferências Dom Bosco sempre procurava responder a estas três perguntas:

Por que a honramos? Por que a invocamos? Por que é Auxiliadora?

Porque Ela é Mãe de Deus, Mãe de Jesus Cristo e nossa mãe.

          A Igreja nos ensina também que Maria é a Medianeira de todas as graças. Porque Maria Santíssima, modelo perfeito de todas as virtudes, nos ensina com seu exemplo como devemos imitar a seu Divino Filho. Precisamente, na imitação das virtudes de Maria se manifesta verdadeira nossa devoção. E estas virtudes de Nossa Senhora, nós vamos encontrar nas páginas de Evangelhos: A obediência, a humildade, a pureza de coração. Por motivos históricos e litúrgicos, quando falamos de Maria Santíssima como Auxílio dos Cristãos, logo Ela nos aparece como a Defensora da Igreja, da Civilização cristã, do Papa, dos nossos Bispos e de todo cristão. “Auxílio dos Cristãos.”

          Este título: AUXILIADORA DOS CRISTÃOS foi introduzido na Ladainha de Nossa Senhora pelo Papa São Pio V, após a vitória dos cristãos obtida em Lepanto, vitória essa, conseguida graças ao auxílio de Deus e de Nossa Senhora. Em 1571, Dom João, príncipe austríaco, comandou os cristãos nessa batalha de Lepanto. São Pio V enviou para o Imperador uma bandeira, na qual estava bordada a imagem de Jesus crucificado. A preparação dos soldados consistiu em um tríduo de jejuns, orações e procissões, suplicando a Deus a graça da vitória, pois o inimigo não era apenas uma ameaça para a Igreja mas também para a civilização. Tendo recebido a Santa Eucaristia, partiram para a batalha. No dia 7 de outubro de 1571, invocando o nome de Maria, Auxílio dos Cristãos, travaram dura batalha nas águas de Lepanto. Três horas de combate foram necessárias… A vitória coube aos cristãos, que ao grito de “Viva Maria”, hastearam a bandeira de Cristo.

        No início do século XIX, o Papa Pio VII, estabeleceu a Festa de Maria Auxiliadora no dia 24 de maio, como gratidão por ter sido libertado da injusta opressão em que se achava, ou seja, prisioneiro de Napoleão na França.

      Dom Bosco difundia a devoção a Maria Auxiliadora, em uma perspectiva eclesial e missionária. Realmente, a Igreja sempre experimentou auxílio eficacíssimo da Mãe de Deus nas perseguições excitadas pelos inimigos da fé cristã.

No ano de 1862, as aparições de Maria Auxiliadora na cidade de Spoleto marcam um despertar mariano na piedade popular italiana. Nesse mesmo ano, Dom Bosco iniciou a construção, em Turim, de uma grande Basílica, que foi dedicada a Nossa Senhora, Auxílio dos Cristãos. Até então não se percebe em Dom Bosco uma atenção especial por esse título. “Nossa Senhora deseja que a veneremos com o título de AUXILIADORA: vivemos em tempos difíceis e necessitamos que a Santíssima Virgem nos ajude a conservar e defender a fé cristã”, disse Dom Bosco ao clérigo Cagliero.

     A partir dessa data, Dom Bosco, que desde pequeno aprendeu com Mamãe Margarida, sua mãe, a ter grande confiança em Nossa Senhora, ao falar da Mãe de Deus, lhe unirá sempre o título AUXILIADORA DOS CRISTÃOS. Para perpetuar o seu amor e a sua gratidão para com Nossa Senhora e para que ficasse conhecido por todos e para sempre que foi “Ela (Maria) quem tudo fez”, quis Dom Bosco que as Filhas de Maria Auxiliadora, congregação por ele fundada juntamente com Santa Maria Domingas Mazzarello, fossem um monumento vivo dessa sua gratidão.

    Dom Bosco ensinou aos membros da família Salesiana a amarem Nossa Senhora, invocando-a com o título de AUXILIADORA. Pode-se afirmar que a invocação de Maria como título de Auxiliadora teve um impulso enorme com Dom Bosco. Ficou tão conhecido o amor do Santo pela Virgem Auxiliadora a ponto de Ela ser conhecida também como a “Virgem de Dom Bosco”.

Dos escritos de São João Bosco, retiramos algumas passagens para ilustrar o seu amor por Maria Santíssima:

“Recomendai constantemente a devoção a Nossa Senhora Auxiliadora e a Jesus Sacramentado”.

“A festa de Maria Auxiliadora deve ser o prelúdio da festa eterna que deveremos celebrar todos juntos um dia no Paraíso”.

“Sê devoto de Maria Santíssima e serás certamente feliz”.

“Devoção e recurso freqüente a Maria Santíssima. Jamais se ouviu dizer no mundo que alguém tenha recorrido com confiança a essa mãe celeste sem que não tenha sido prontamente atendido”.

“Diante de Deus declaro: basta que um jovem entre numa casa salesiana para que a Virgem Santíssima o tome imediatamente debaixo de sua especial proteção”.

        Dom Bosco confiou à Família Salesiana a propagação dessa devoção, que é, ao mesmo tempo, devoção à Mãe de Deus, à Igreja e ao Papa.

        Concluímos com essas palavras do Papa João Paulo II: “A devoção a Maria é fonte de vida cristã profunda, é fonte de compromisso com Deus e com os irmãos. Permanecei na escola de Maria, escutai a sua voz, segui os seus exemplos. Como ouvimos no Evangelho, Ela nos orienta para Jesus: ‘Fazei o que Ele vos disser’ (Jo 2, 5). E, como outrora em Caná da Galiléia, encaminha ao Filho as dificuldades dos homens, obtendo dEle as graças desejadas. Rezemos com Maria e por Maria. Ela é sempre a ‘Mãe de Deus e nossa’”.

São João Bosco

Giovanni Melchior Bosco

Nasceu em 16 de agosto de 1815 em Becchi, perto de Turim, norte da Itália. Ficou órfão de pai aos 2 anos de idade. Margarida, sua mãe, ensinou-lhe a ver Deus em tudo, principalmente no rosto dos mais pobres.

Aos 9 anos, teve um sonho que marcou a sua vida. Um senhor majestoso e uma nobre senhora dão a dica:

“Torna-te forte, humilde e robusto. A seu tempo, tudo compreenderás. Aprende com os saltimbancos dos circos ambulantes, dá espetáculo para seus coleguinhas, conta-lhes histórias e conquista-lhes o coração. Leva todo mundo para a Igreja”.

 

Seu irmão Antônio, que não gostava dele, não o deixa estudar. Saiu de casa com 12 anos de idade. Cuidava de bois na fazenda dos Moglia e estudava debaixo das árvores. Voltou para casa apenas quando Antônio se casou.

Entrou no seminário de Chieri. Inteligente e dedicado, aprendeu ofícios de alfaiate, ferreiro, barman, tipógrafo e outros.

 

 

 

 Em 5 de junho de 1841, foi ordenado sacerdote em meio à revolução industrial. Logo iniciou sua obra de educação de crianças, por influência de São José Cafasso. Dedicou-se aos jovens abandonados da cidade de Turim, “produtos da era da industrialização”, que então começava. A realidade era dura para aqueles que haviam deixado o campo em direção à cidade.

 

 

 

 

 

 

O que mais chocava Dom Bosco eram as cadeias cheias de jovens. Essa realidade o impressionava tanto que decidiu impedir que meninos tão jovens acabassem na cadeia. Os párocos de Turim sentiam o problema, mas esperavam que os garotos os procurassem na sacristia. Dom Bosco foi ao encontro deles na rua, nos botequins onde trabalhavam.

 

 

 

 

 

 

Em 1841, começou o Oratório de Dom Bosco, com Bartolomeu Garelli, um oratório diferente dos outros. Em questão de meses, o oratório tinha 80 jovens. Em 1847, Dom Bosco sentiu necessidade de recolher os meninos em internatos-escola.

 

 

 

 

 

Em 1853, Dom Bosco começou as escolas profissionais. Neste meio, estão presentes as oficinas de alfaiate, encadernação, marcenaria, tipografia e mecânica, respostas às necessidades da época. Para mestres destas oficinas, Dom Bosco inventou um novo tipo de religioso: o coadjutor salesiano.

 

 

 

 

 

O internato do Oratório de Valdocco cresceu. Em 1861, eram 800 meninos. Mamãe Margarida vendia objetos de estimação para arranjar dinheiro. Alimentar e educar aqueles meninos custava muito. Em 1859, Dom Bosco reuniu o primeiro grupo de jovens educadores no Oratório. Este grupo deu origem à Congregação Salesiana.

 

 

 

 

 

Dom Bosco, santo de ações rápidas, não esperava pelo amanhã. Começava logo. Naqueles tempos de fome e miséria não se podia esperar muito. Dom Bosco e os salesianos sabiam que “era preciso ensinar a pescar ao invés de dar o peixe”. Sabiam também que, em muitos casos, era preciso dar o peixe para que o garoto tivesse condições de aprender a pescar.

 

 

 

 

Nos anos seguintes, Dom Bosco fundou e organizou a Congregação Salesiana, o Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora e os Cooperadores Salesianos. Construiu, em Turim, a Basílica de Nossa Senhora Auxiliadora, e fundou 59 casas salesianas em 6 países. Abriu as missões na América Latina. Publicou as Leituras Católicas para o povo mais simples. Sobretudo, viveu o modo evangélico de educar através da Razão, Religião e Carinho, que passa à história como referencial pedagógico denominado Sistema Preventivo.

A alguém que lhe lembra tudo o que fez, responde:

  “Eu não fiz nada. Foi Nossa Senhora quem tudo fez”.

 

 

10Morreu em 31 de janeiro de 1888, deixando esta recomendação: “Amem-se como irmãos. Façam o bem a todos e o mal a ninguém. Digam a meus jovens que os espero no paraíso”. Foi beatificado em 1929 e canonizado por Pio XI em 1934. Quando da morte de Dom Bosco, haviam 14 escolas profissionais espalhadas pela Itália, França, Espanha e Argentina. Chegaram a 200 em todo o mundo.

 

 

 

 

À distância de 112, Dom Bosco tem uma mensagem de esperança no jovem:

“Em minha juventude, querendo dar um sentido pleno à minha vida e com a ajuda de Deus, renunciei a ter uma família para me tornar pai e irmão de quem não tinha pai, nem irmãos, nem amigos. Se você quer ser como eu, juntos gastaremos nossa vida em uma favela do Rio. Entre leprosos da Índia ou nas periferias de Bogotá, onde iremos encontrar todo tipo de pobreza. Mesmo que você não tenha coragem de correr riscos, lembro-lhe uma verdade: a vida, este grande dom de Deus, precisa ser bem vivida. Você vai vivê-la bem, não fechando-se em seu egoísmo, mas abrindo-se ao amor, ao compromisso com aqueles que são mais pobres que você”.

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